Cena de “Casa 66: Arquiteturas da Memória”, que será apresentada no dia 22, às 21h. / Foto: Paullo Amarall
A programação do CET para o mês de agosto já foi divulgada e conta com quatro espetáculos para todos os gostos. Os ingressos devem ser retirados pela plataforma Eventbrite, com disponibilidade a partir de dois dias antes de cada apresentação.
Confira abaixo a programação e as sinopses:
Dia 1 e 08 , às 21h – A Mandrágora - Indicado para maiores de 16 anos
"A Mandrágora” (1518), de Maquiavel, é uma comédia ácida sobre Calímaco, que se apaixona por Lucrécia, esposa do ingênuo Nicía. Com a ajuda de Lígurio e do corrupto Frei Timóteo, cria um plano: convencer Nicía de que apenas um chá de mandrágora permitirá a gravidez, sendo fatal ao primeiro homem que se deitar com ela. A obra satiriza a hipocrisia social, a corrupção religiosa e a estupidez humana. Nesta adaptação, às baratas simbolizam a podridão moral ainda presente na sociedade.
Dia 15, às 21h – Show do Eugênio – Livre para todos os públicos
O palhaço Eugênio transforma objetos em histórias, misturando mágica, palhaçaria e música clássica em uma narrativa lúdica e nonsense. Durante o espetáculo, ele se torna náufrago, leão, domador, avestruz e até mágico florista, cativando o público com humor e criatividade. A peça incentiva a imaginação e a participação, especialmente das crianças, tornando cada apresentação única e envolvente.
Dia 22, às 21h – Casa 66: Arquiteturas da Memória – Indicado para maiores de 16 anos
"Casa 66: Arquiteturas da memória”, é um espetáculo que convida o público a adentrar uma Casa repleta de memórias. Para isso, a plateia será recebida como visitas que nunca chegam de "mãos vazias”, mas trazem também, em seus corpos/moradias, muitas histórias. O título "Casa 66” (que se refere a uma das casas onde a atriz morou, um lugar repleto de ancestralidade), cita um único espaço físico, porém, fala de algo que é universal, com histórias que podem ser dela, mas também de muitas pessoas.
Dia 29, às 21 – O Corpo da Mulher como Campo de Batalha - Indicado para maiores de 16 anos
O Corpo da Mulher como Campo de Batalha nos leva à presença de duas mulheres imersas na realidade da Guerra da Bósnia, marcada por genocídios e estupros. Uma dessas mulheres foi estuprada por cinco soldados, a outra trabalhou com as equipes de escavadores de valas comuns. Dorra e Kate, dois mundos que se encontram, Oriente e Ocidente, duas mulheres abaladas, vítimas marcadas pela Guerra. Deste encontro nascerá uma cumplicidade para encontrar uma saída para o pesadelo.
Serviço
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Avenida Olivo Gomes, 100 - Santana
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