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Para que serve a economia criativa?

A economia criativa é responsável por promover o desenvolvimento sustentável e humano e não apenas o crescimento econômico / Foto: Ilustração

Para que serve a economia criativa?


02.03.2021
A economia criativa chega como uma alternativa para a geração que é insaciável de constante inovação. Esse termo veio dar nome aos modelos de negócios ou gestão, com origem em atividades, produtos ou serviços desenvolvidos a partir do conhecimento, criatividade ou capital intelectual.

A economia criativa abrange todo o ambiente de negócios existente na indústria criativa, que tem como base bens e serviços criativos. Resumindo, é um setor que reúne atividades que têm a cultura e a criatividade como matéria-prima. É justamente pela sua forma de negócios que a economia criativa se difere dos outros modelos econômicos já existentes. 

Para que serve a Economia Criativa?

A Economia Criativa tem sido considerada a grande estratégia de desenvolvimento do século XXI. Isso acontece porque ela oferece enormes oportunidades nessa área, além de um vasto campo da Cultura de Negócios, como inovar produtos e serviços, ampliar o mercado e fidelizar clientes. Tudo isso acontece por meio da incorporação de elementos culturais e criativos ao negócio.

O objetivo da economia criativa é criar uma rede de artistas e empresários que tenham a capacidade de promover um crescimento sustentável no setor criativo.

Uma indústria criativa é orientada pelo conceito da economia criativa, valorizando a criatividade individual ou coletiva, habilidades e talentos. Além disso, ela tem potencial para criar riquezas e empregos a partir do desenvolvimento de propriedade intelectual.

Economia criativa como estratégia de desenvolvimento

A economia criativa é responsável por promover o desenvolvimento sustentável e humano e não apenas o crescimento econômico. A cultura, a criatividade e o conhecimento são matérias-primas da economia criativa e os únicos recursos que não se esgotam. Quanto mais utilizada, mais ela se multiplica e se renova.

A melhor forma de aplicar o conceito da economia criativa como estratégia de desenvolvimento é através da gestão do conhecimento. Simplificando, é tornar o conhecimento individual acessível a terceiros.

Desta forma, você dissipa o conhecimento na empresa e promove a descentralização de processos capacitando outros profissionais, além de ser uma estratégia para a sustentabilidade do planeta, da espécie humana e também das empresas.

Conceito

Segundo o autor inglês John Howkins no livro “The Creative Economy”, publicado em 2001, são atividades nas quais a criatividade e o capital intelectual são a matéria-prima para a criação, produção e distribuição de bens e serviços. Na definição de Andrea Matarazzo, autor do projeto “Distritos Criativos”: "o que move a Economia Criativa é a criatividade e a inovação como matéria-prima, portanto, o processo de criação é tão importante quanto o produto final, ou seja, uma cadeia produtiva baseada no conhecimento e capaz de produzir riqueza, gerar empregos e distribuir renda."

“A economia criativa abrange todo o ambiente de negócios que existe em torno da indústria criativa, aquela baseada em bens e serviços criativos”, afirma Ana Carla Fonseca Reis, economista especializada no tema.




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