A experiência ‘Mundividências – Arte na Cidade’ também já passou pelo Parque da Cidade no mês passado. / Foto: Paullo Amarall
A Praça do Sapo, na região central de São José dos Campos, vai se transformar em cenário para a experiência "Mundividências – Arte na Cidade” nos próximos dias 13, 14 e 15 de fevereiro, das 8h às 12h.
Oito artistas mulheres desenvolvem suas obras ao vivo, com telas afixadas em andaimes. A ideia é promover uma aproximação entre a produção artística e a comunidade.
A intervenção faz parte do Circuito Cultural Central, programa que visa incentivar a vida artística no coração da cidade, revitalizar a região, fortalecer o comércio e dar mais qualidade de vida às pessoas.
O projeto tem o incentivo da Lei Paulo Gustavo e do Ministério da Cultura e conta com o apoio da Prefeitura de São José dos Campos e da Fundação Cultural Cassiano Ricardo.
O projeto nasceu junto ao grupo de mulheres comprometidas com a arte e sua capacidade de transformar contextos sociais e individuais. Também é uma ferramenta de inclusão e empoderamento, promovendo a relevância das artistas mulheres, trazendo à tona a multiplicidade das experiências femininas e suas intersecções com o patriarcado, oferecendo um espaço para o diálogo sobre questões de gênero em um momento histórico em que essas discussões são cada vez mais relevantes.
A curadoria é de Pitiu Bomfim e a produção cultural e executiva é de Paulo H Rosa.
Conheça mais sobre as artistas
Bel Mattos se dedica atualmente à pesquisa e criação com pigmentos e elementos naturais, inspirada por sua atuação com mulheres nas áreas de saúde mental, sexual e reprodutiva.
Clau Epiphanioune moda e artes visuais conectando corpo, natureza e narrativas afetivas propondo um diálogo poético e sensível.
Eliete Santos é uma bailarina e artista visual brasileira que investiga arquétipos femininos e narrativas coletivas, refletindo em seu trabalho cores e formas orgânicas vibrantes.
Fabiolla Canedolida com materiais naturais dispostos como uma reflexão sobre o tempo como um eixo central da condição humana, revelando a dualidade entre o efêmero e o permanente, investigando questões sobre finitude, eternidade, força e fragilidade.
Fernanda Segolin, traz o design gráfico em seus trabalhos, com influência dos quadrinhos e da cultura pop, criando uma linguagem híbrida, com uma estética marcada por um traço bem definido e irregular na cor preta, reflexo de sua vivência na atmosfera urbana e personagens do mundo geek.
Francela Carreraé uma curadora originária da Guatemala com amplo currículo acadêmico na área cultural, que trará à tona seu lado artístico como ferramenta de empoderamento.
Renata Freitas é pesquisadora, doutora em comunicação e semiótica com bagagem internacional e torna suas obras documentais ao questionar as construções simbólicas, buscando repovoar o imaginário cultural com representações que expressam as múltiplas nuances da mulher em seu tempo.
Tânia Beta une a experiência junto às mulheres em espaços de liberdade e auto-aceitação e expressa em suas obras conexões sobre o inconsciente, o planeta e o feminino, abordando influências da maternidade, saúde mental e propondo a construção da singularidade.
Intervenções Públicas
Pintura | Bordado |
Grafite | Colagem | Artes têxteis
Classificação livre
Praça João Mendes
(Pç. do Sapo)
/// Marco Regulatório - MROSC
/// Compras e Licitações
/// Cotações
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