Fundação Cultural Cassiano Ricardo

 
Em São José dos Campos, a Fundação Cultural Cassiano Ricardo coordena, desde o ano passado, o Tap da Longevidade.

Embalada pela magia dos sons das chapinhas e pelo glamour das estrelas de cinema, a arte do sapateado encanta e arrasta milhares e milhares de admiradores e praticantes desde o século V. Comemorado no dia 25 de maio, o Dia Internacional do Sapateado foi instituído em homenagem ao americano Bill Robinson Bojangles, um dos maiores sapateadores da história.

Em São José dos Campos, a Fundação Cultural Cassiano Ricardo coordena, desde o ano passado, o Tap da Longevidade – um programa de formação em sapateado americano voltado ao público maior de 45 anos. E o que não falta é disposição entre esses alunos que, mesmo com aulas virtuais neste período de pandemia, mantém o vigor e o entusiasmo pela arte.

Os benefícios que o sapateado traz para a vida das pessoas vai além de saúde e qualidade de vida. Através dele, muitos enfrentam seus medos, preconceitos, realizam sonhos de infância e superam dificuldades, além de proporcionar a oportunidade de conhecer pessoas novas para a troca experiências.

História

O sapateado é uma fusão cultural entre irlandeses e africanos. Sua primeira manifestação aconteceu durante a Revolução Industrial, na Irlanda. Nas suas diversas formas de dança, os africanos não faziam batidas com os pés, mas criavam batuques com o corpo durante a prática.

Esse estilo de dança trabalha coordenação motora, concentração e musicalidade. Apesar de ser a arte dos pés, é preciso que os praticantes sintam a música e dancem com corpo e alma.

Publicado em: 22/05/2020 

 

   

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